Fonte: IDG Now

Webdesigers usam equipamentos para o rastreamento do olhar dos internautas para entender como os visitantes interagem com seus sites.

Além disso, empresas como a Eyetools promovem estudos similares para clientes como o Yahoo e o New York Times - mas os resultados geralmente são confidenciais.

Dois funcionários do Google, contudo, publicaram em um post o estudo de rastreamento de olhar feito em uma página de resultados do Google.

O objetivo foi determinar se a inclusão de miniaturas das imagens às pesquisas promovidas distraía ou ajudava os usuários. A conclusão? As pequenas fotos não atrapalham os internautas.

O vídeo divulgado pelo Google mostra pontos vermelhos passeando pelos resultados da busca - sendo que, quando maior a circunferência, mais tempo o usuário pousou seus olhos naquela área.

E acredite: o vídeo aponta o direcionamento dos olhos em tempo real, mostrando que os humanos são capazes de rastrear informações em alta velocidade - talvez maior do que eles próprios imaginem.

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A rede de TV americana CNN apresentou uma nova tecnologia ao cobrir as eleições.  No estúdio do CNN Election Center, o âncora Wolf Blitzer convocou a repórter Jessica Yellin diretamente de Chicago, mas ao invés de mostrar a imagem de Jessica em um telão ou em uma tela dividida, como se faz usualmente em coberturas do gênero, a CNN “materializou” a repórter ao vivo em pleno estúdio, por meio de um recurso holográfico. Blitzer celebrou a iniciativa como sendo inédita na história da televisão.

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Obviamente a “interface humana”, nosso corpos, é a mais aceita e entendida entre nós, humanos.

Muito interessante assistir o avanço dos hologramas e imaginar como projeções holográficas mudarão o futuro das interações a distância, trazendo fisicamente pessoas, objetos e, possivelmente, ambientes reais ou fictícios.

Imaginando esse contexto de hologramas conjugado à transmissão de odores e características físicas e táteis a distância, recriando um ambiente por realidade virtual, ou até mesmo criando novos ambientes fantásticos, percebe-se que não existem fronteiras do que podemos criar iludindo os sentidos humanos.

Filosofando nesse sentido, notamos que não estamos assim tão longe da realidade virtual proposta pelo filme Matrix, o qual nos faz refletir sobre as fronteiras da “realidade”, pois, na verdade, toda realidade pode ser considerada virtual, levando em consideração que para considerar uma “realidade” será sempre necessário que exista o indivíduo que perceba essa realidade. Na ausência de alguêm que perceba, não existe esta realidade, este recorte do mundo “real”, então tudo não passa de uma interpretação ou descrição.

O futuro reserva a nós interações incríveis, cabe a nós usá-las para intenções que realmente agregem para nossa sociedade.

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Tudo mudou na minha cabeça quando eu parei de usar o nome “usuário”, substituindo pelo vocábulo “pessoas”. Pode não ter muito sentido ou importância para você que está lendo, mas para quem está projetando faz uma bela diferença… Esse é o poder do subconsciente…

Depois de anos projetando interfaces para as pessoas e trabalhando com Portais Corporativos, me vêm uma questão que antes seria impensável: devo eu continuar impondo minhas interfaces aos usuários ou deixá-los livres para criarem e ordenarem o conhecimento do jeito que bem entenderem?

A verdade é que não adianta de nada a pergunta, por que a resposta já está dada - o futuro das interfaces está cada vez mais na mão das pessoas que as usam, então a personalização será cada vez mais um ponto obrigatório, além de um conceito bonitinho porém impraticável.

Sempre haverá o papel do projetista de interfaces, de quem pensa no lado do ser humano interagindo com as interfaces, porém seu papel será cada vez mais o de servidor, de remediador das interações das pessoas e não o de quem dá a palavra final sobre como usar ou como interagir. Perdi as contas de quantas vezes projetei uma interface imaginando estar gerando uma interação, e nos testes de usabilidade as pessoas usam de forma diferente da que eu imaginei…

Os profissionais que deixarem de impor suas idéias para permitir às pessoas comandarem as interações, serão os verdadeiros Arquitetos da Informação, ou seja lá qual nome terá essa profissão, do presente e mais ainda do futuro.

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No caso dos Portais Corporativos este conceito de colaboração já está no DNA do projeto, é um pré-requisito, e isso que me encanta nesse tipo de projeto. Proporcionar um ambiente onde as pessoas possam trocar experiências, idéias, exercer seus talentos e acessar o que precisam da forma que entendem, sem imposição absoluta, esse é uma verdadeiro desafio!

Pense na internet de hoje, todo esse conceito de Web 2.0 (nome bonitinho pra palavra COLABORAÇÂO), comunidades, Flickr, Twiter… Todo projeto que faz sucesso na web leva em consideração as pessoas, suas vontades, preferências, conteúdos, criações, idéias e comentários.

O que dá certo hoje em dia na web é a liberdade, a participação. É assim as interfaces devem ser!

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